5) Witch Hunter Robin - Robin Sena chega da Itália para o Japão com a missão de trabalhar junto a uma equipe que combate forças sobrenaturais, um grupo conhecido como STN-J, parte de uma organização global chamada Solomon cujo único objetivo é eliminar os chamados "witchcrafs" do mundo. O grande diferencial, é que Robin é uma "craft user" que domina o fogo, o que causa desconfiança em sua equipe. No entanto, equilibrando o próprio passado misterioso com o presente incerto, Robin faz amizades e tenta entender o que existe por trás da Solomon e porque todos os que tem poderes são caçados, mesmo sem necessariamente terem feito nada errado. 26 episódios de mistério, fotografia noir e Amon, o melhor personagem.
4) Ghost in The Shell - Num futuro não muito distante, a tecnologia chegou a um ponto, onde os indivíduos podem ser integrados à internet. Por causa desse avanço, o linha entre real e digital é tênue e quase invisível. No filme, a protagonista Kusanagi Motoko é a líder de um time especial sob a direção de Aramaki Daisuke, chefe da Section 9, juntos eles caçam um Hacker, chamado de Puppetmaster. Considerado revolucionário na época em que foi criado, GitS, de 1989, começou a questionar os temas que hoje se consideram lugar-comum na ficção. Referencia básica.
3) Gankutsuou - O primeiro "grande" livro que eu li foi o clássico de Alexandre Dumas, "O Conde de Monte Cristo". Saber que os japoneses faziam uma versão desse livro em anime foi certamente uma surpresa. O resultado não poderia ter sido mais bem sucedido. O anime é de 2004, tem 24 episódios. Sua abertura com o tema "We Were Lovers", do cantor Jean-Jacques Burnel é um dos grandes destaques, além da forma como a animação foi feita, utilizando recursos gráficos, cores, texturas e outros efeitos de computador com suavidade que não tiram o aspecto de anime, mas contribuem para um visual inovador. A história você já sabe: depois de ser traído pelo melhor amigo, preso e jogado ao esquecimento Edmond Dantès, reinventa-se como o Conde de Monte Cristo e retorna a Paris para se vingar, a grande sacada é que a história de passa no ano 6000 e o referencial que temos é do jovem idealista, Albert de Morcerf, o filho do conde na obra, mas que no anime nunca chega a descobrir isso. O episódio final é de arrepiar, diferente do de Dumas.
2) Serial Experiments Lain - Lain, uma jovem adolescente solitária, desenvolve um fascínio pela informática e pela Wired, uma versão melhorada da Internet após a morte de uma das suas colegas de escola. Um e-mail, enviado por esta após a sua morte, explica que o seu corpo deixou de viver e que ela vive agora no wired. Lain fala também da situação de dupla personalidade entre o mundo real e na "Wired". E a partir daí é uma montanha russa de complexidades roteiristicas de deixar qualquer fã de Arquivo X completamente maluco. Sequencias non-sense, ligadas a imagens de sonho e de pesadelo fazem desse um dos melhores animes já criados. E não apenas por não ser de "fácil" assimilação, mas sim por conter em sua trama verdadeiras questões filosóficas sobre o real significado da existência.
1) Death Note - Meu vício e perdição nos últimos 5 meses. Uma trama de 12 mangás e 37 episódios cujo final só acontecerá em duas semanas. Raito Yagami é um jovem estudante prodígio que leva uma vida considerada entediante ao seu ponto de vista. Isso muda quando ele encontra um estranho caderno com o título de "Death Note" no chão em um dia de 2003. No inicio, Raito imagina ser apenas uma brincadeira de mal gosto, mas, após testá-lo, começa a aplicar um "castigo divino" aos criminosos. Não demora para ele descobrir que o caderno pertence a um shinigami chamado Ryuk, que não facilitará nada sua vida. O grande destaque do anime é a entrada de "L", o maior detetive do mundo, um jovem deslocado como Raito, que tem como único objetivo descobrir quem está por trás dos assassinatos e trazê-lo a justiça. Não é um anime com cenas de ação, entretanto, é garantida a tensão intelectual entre os protagonistas mais brilhantes já criados na animação. Vale cada segundo assistindo...
acho q o povo valoriza mt death note, é bom, mas não é tudo isso
ResponderExcluirse puder passa no meu blog
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